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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

É dez!!!

Isso mesmo. Em quinhentos anos de Brasil o Exame Nacional do Ensino Médio-ENEM fora a mais genial criação de que temos notícias. E os bons frutos desta semente colheremos num futuro não tão longínquo, não tenho dúvidas disso. Eles, os frutos, serão no porvir a comprovação e validação destas mal traçadas linhas. Podes crer. Não a atoa, uma elite privilegiada que sabiamente já conhece os benefícios do mesmo para a grande massa de brasileiros excluídos sempre foi e ainda é contra o mesmo.

O profissionalismo das pessoas envolvidas neste evento majestoso (leia-se, aplicadores de provas, fiscais, professores, secretários e diretores escolares, dentre outros que direta ou indiretamente fazem parte do dia a dia da lide docente) dar orgulho a quem exige qualidade num momento singular na vida de estudantes que almejam adentrar ao ensino superior. Isso é indiscutível. Isso é inquestionável.

Falo isso, falo não, escrevo estas mal traçadas linhas com conhecimento de causa e por ser personagem ativo e passivo dos dois momentos da educação brasileira: O antes e o depois do ENEM. Como alunos e como professor. Pela segunda vez, sem propósitos audaciosos me submeto à prova única. Desde a primeira vez em 2011, já teci comentários semelhantes.

Por que é dez? Por que um exame de seleção que além de avaliar milhões de alunos neste Brasil continental e ainda os permite concorrerem à vagas no ensino superior simultaneamente em várias universidades não pode ser ignorado muito menos visto como uma coisa de pouco valor. Isso é o que chamamos de racionalização de gastos e tempo. É o tal de matar dois, dois não vários coelhos com uma pedrada só…

Com quase meio século de vida, sentar em uma sala, juntamente com uma juventude ávida por conhecimento e cheia de sonhos me dar uma satisfação sem tamanho. É como se eu recebesse um sopro de vitalidade e jovialidade. Isso não tem preço… E em assim procedendo eu pude comparar o valioso momento porque passamos hoje com o nosso momento quando em mesma idade destes jovens num pretérito não tão distante urrávamos para disputar vaga em apenas uma universidade.

Isso mesmo. Há menos de duas décadas meus caros jovens concorrer a vários cursos através dos tradicionais vestibulares nas inúmeras universidades era um privilégio de poucos. Justamente destes poucos que hoje atiram pedras no ENEM.

Já leram aquele provérbio que diz: “Só se atira pedra em árvores carregadas de bons frutos.”? Pois é isso ai. A critica descabida é justamente porque o mesmo tem suas inquestionáveis qualidades, técnicas, sociais, científicas dentre tantas outras inumeráveis ante meu paupérrimo vocabulário. Não nos acanhemos então antes aos retrógrados e conservadores de plantão sempre dispostos a atravancar o progresso social de um povo que já está atrasado em quinhentos anos. Ah… E não se esqueçam. Frequentar as empresas que comercializam “educação” a preço de ouro não é mais um grande diferencial para se ter sucesso neste exame. Basta compararmos os conteúdos programáticos oferecidos tanto no ensino publico como no privado. A construção do mesmo, ou seja do ENEM, teve como cerne promover a universalização do acesso independentemente da origem de seus concorrentes.

E por assim eu pensar, mais uma vez eu digo e quem não concordar que busque saber mais e mude o pensamento: “-O ENEM é dez… Isso mesmo… DEZ!!!”

Manuel de Jesus da Silva
(Velho)

quarta-feira, 23 de julho de 2014

PAINEL APL


Morre o gênio do riso, das letras, do bom humor... O melhor do pós modernismo brasileiro na literatura. Clique aqui para ler mais. Ele e sua genialidade deixam órfãos os amantes da boa leitura e do espírito crítico. A Academia Palmense de Letras - APL, perde o seu único patrono vivo. Ariano Suassuna, patrono da cadeira número um da entidade nos deixa hoje para abrilhantar no plano superior que com certeza ficará mais alegre quando de sua chegada lá cheio de prosa e boas histórias para contar.

Deu quando de sua passagem aqui na terra a mais honrosa contribuição para a literatura e a arte do riso, fosse em seus romances, fosse em suas peças teatrais, fosse em suas palestras e histórias contadas em documentários e rodas de amigos pessoais.

Não serei hipócrita para dizer que ficamos mais pobres no quesito letras. Não. Ele deixa um verdadeiro tesouso para ser lido e apreciado por muito de nós que a exemplo de mim mesmo só conheço sua obra atraves das adaptações para tv e teatro.  

Vai Ariano... Ariano vai... Cumpriste com a maior dignidade tua nobre missão aqui na terra. O plano superior o espera!!! Com festa, não tenho dúvidas... Serás bem recebido com certeza...

Tenho dito... E sempre!!!

Manuel de Jesus
Membro da APL

sábado, 31 de maio de 2014

RETROVISOR

Coreaú, Ce, 31 de maio de 2014 d.C 

Na bucólica urbe de tempos decadente, acordei hoje para uma visita a um amigo. Tião. Quero ver como se encontra o guerreiro neste trinta e um de maio, o mês de Maria, a mãe de todos nós inclusive dele também. Novamente o encontro de olhar fixo no horizonte west. Parado, nada falo, e ao seu lado sento tranquilamente para observar aquele momento de meditação.
Calado ele permanece. Como se não notasse minha presença, alí fica por momentos. Novamente uma lágrima... Ah... aquela lágrima constante. Talvez represada durante tempos. Séculos talvez... Em silêncio permaneço e solidário, mais uma vez também deixo rolar... Uma lágrima...

Minutos se passam... A claridade da luz proveniente do astro rei sobre o palco da vida nesta manhã de esperança e sonhos onde mais um ato da peça retrovisor se desenrola, torna o cenário magico. Indescritível... 

Mansamente Tião quebra o silêncio do ambiente e começa a relatar lembranças e feitos d'outrora ao lado da sua única, verdadeira e eterna Fulô... Ah! Que lembranças! Como se despido do véu da materialidade, sua visão se transporta para a linha do tempo e corre épocas e épocas na história da humanidade para reviver os áureos momentos da vida com único, verdadeiro e eterno amor.

Roma, ano 80 dC. O invencivel pretoriano Tibias chega à sua instancia de repouso para o descanço de mais uma jornada de conquistas. Florentia, linda e rubra como sempre corre até o terraço e recebe seu amor com um abraço dos deuses. Apertado... Repôe as energias do bravo combatente com um doce beijo. Sedento e cansado das lutas ele descansa a sua merecida temporada nos braços de sua estimada e fiel companheira. Mas a posição politica e profissional o reclama às trincheiras da vida e em breve ele retorna à sede do império para servir aos interesses de Titus Vespasianus. É neste momento que Tião afrouxa mais um pouco e aumenta a vazão do canal lacrimal para fazer jorrar sobre o rosto não uma, mas um rio de lágrimas... Ficar longe de Fulô era a mais árdua e difícil batalha... 

As lutas terrenas por fim levam Tibias à pátria espiritual quando já não tão forte como outrora és vencido por jovem guerreiro oponente em mais uma batalha injustificada do império conquistador.

Em breve tempos Fulô também retornaria. E juntos novamente correm de braços dados pelos indescritíveis champs élysées. Desta vez, sem as vestimentas carnais. Unidos pel'alma eles alí passam a ter noção da condição de almas gêmeas que a posteridade lhes iria oferecer em sucessivas jornadas no porvir... E foram muitas... E como os débitos eram enormes havia urgência do retorno.

Roma, ano 130 dC. Ratificando a infinita misericórdia Divina eis que o nosso casal de protagonistas retorna ao exílio terreno, desta vez, não na condição de nobres mas sim como servos da nobreza. A providência superior em sua bondade imensa os tira das inglórias e bárbaras lutas movidas pelo egoísmo humano para os colocar sob a pele de humildes escravos no palácio do grande humanista e governador da época Publios Hadrianus. Não havia mais belo cenário para o novo capítulo da vida material de Titão e Fulô, que naqueles remotos tempos eram nada mais nada menos que os servos Tigus e Fulvia. Sem direito a externalizar a atração que os unia, os dois passam a vivenciar às escondidas nos sombrios corredores do palácio as mais calorosas noite de amor. Atraído pela beleza indescritível de Fulvia, membro inescrupuloso da guarda imperial começa a tentar a bela serva que lhe nega firmemente o mínimo olhar discreto. Diante da relutância, um dia na calada da noite quando Fulvia se dirigia a mais um encontro com Tigus o repugnante guardião ataca a indefesa escrava. Tigus que se aproxima entra em luta corporal com o mesmo, tombando agonizante sob o fio da espada de impiedoso guardião. Para não reviver os sentimentos negativos após o trágico acontecimento, Tião não me relata o que acontecera a Fulvia após o trágico incidente, apenas disse tê-la em pouco tempo recebido na dimensão espiritual a companheira de lutas e glórias...

E mais e mais vezes sempre juntos eles alternaram entre o exílio terreno e a vida na pátria espiritual. Sempre de mãos dadas. Por muitos séculos os mesmos adentraram rumo ao futuro. De nobres a escravos, passando por senhores feudais, até mesmo por religiosos vivenciando encontros furtivos na calada da noite nossos protagonistas caminharam lapidando a alma sedenta por evolução e amor até chegarem à época presente. Época esta que Tião reluta em me descrever, mas que usando de confiança extrema depositada em amigo de longas datas ele me confidencia fragmentos deste ato presente nesta peça cujo enredo denuncia, amor... amor... amor... Somente amor... Ah... Como se não bastasse... Obstáculos... Inúmeros obstáculos...

Brasil, terra do Cruzeiro, segunda metade do século XX d.C. Para poupar figurantes deste enredo, Tião pede reservas quando à precisão de datas e a geografia do lugar, mas deixa a entender que o nosso casal de protagonistas retornara ao exílio em datas e locais muito próximos. Novamente denuncia a extreita ligação familiar e pessoal entre ambos. Desde pequenos infantes a atração era inegável entre eles. Promessas familiares de seus genitores quanto à união dos mesmos até fora feita quando dos momentos sociais onde os mesmo se faziam presentes... Bonito não? Ensaiaram tudo isso na juventude. A troca de energia entre ambos de maneira intensa que só os mesmos compreendem os mantiveram unidos pel'alma apesar dos obstáculos traiçoeiros que o destino lhes apresentara. E é neste ato presente que a história sai do preto e branco para entrar num colorido só... De sonhos, promessas, desejos e atos... Ah... atos... atos que a hipocrisia humana condenaria sem dúvidas nenhuma... E que Tião me pede reserva. Permite apenas que eu diga.

Amor... Troca de energia... Tudo muito intensamente... Intensamente de tal forma que ninguém compreenderia... Só mesmo Tião e Fulô. 

Secando o rosto, não por que acabara a tristeza mas sim talvez o líquido salgado. Ele diz: Por hoje basta! Já sofri bastante. Amanhã reviverei... Se Deus quiser e permitir...

Tenho dito... E sempre!!!

Manuel de Jesus

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

VESPASIANOS X TITOS MODERNOS...

Corria o ano 79 d.C, quando Vespasiano, o imperador do império já em decadência do seu leito de morte chamou Tito seu filho e sucessor imediato para uma conversa ao pé de ouvido.

Disse-lhe ele, Vespasiano: "- Tito meu filho... Cônscio que estou de que os deuses do olimpo me chamarão brevemente, ordeno-te que tempestivamente conclua abra do grande palco e teatro da arena Coliseum. Sabe filho? Ela trará muitas alegrias e o povo não se rebelarás contra ti. A memória infinita do porvir fará com que sejamos lembrados por toda a posteridade..."

- Ora... ora... profano escriba... Lá vem vós novamente com estas conversas abestaiadas e... Como podes ó vós escriba saber detalhes deste diálogo entre o grande imperador e seu filho? Não responda...

- Era eu um pretoriano... Estava a serviço da guarda imperial e ouvi tudo direitinho. Do jeito que estou a descrever agora... 

Pois bem: Já naquela época os governantes sabiam que entre um hospital de qualidade, uma escola ou qualquer outro equipamento urbanístico de uso coletivo e que oferecesse serventia de verdade à população, esta mesma população, medíocre, ordinária, imbecil, futil e ah... deixa pra lá. Não vou gastar meu português em buscar adjetivos para des'qualificar esta gente que prefere circo e pão à oficina de modelação da personalidade. Tô furioso. E quero destilar toda minha angústia e revolta hoje... Apenas hoje... Amanhã é natal...

Pois bem 2: Estamos vivenciando a mesma situação. Uma instituição (FIFA da p...) vem lá da casa do c... montar seu circo de futilidade não banca um centavo de nada e os Vespasianos do momento ainda torram o suado dinheirim do imposto gerado pelo cidadão eleitor contribuinte (Royalties para Helio Fernandes da Tribuna da Imprensa) montando estas arenas que em nada servirão para melhorar a qualidade de vida e a cultura desta já desculturada população de zumbis alienados.

É o fim da picada. Nos bastidores, escravos, digo... digos... operários vão perdendo vidas em jornadas extenuantes de trabalho para dar lucros aos mercenários detentores dos direitos de exposição do expetáculo...

E com dor ou sem dor... Tito inaugurará o conjunto (agora não é só uma. são várias) de arenas coliseuns... E para dar rentabilidade maior, nem precisará de cem dias de festas. Bastará pouco mais de um mês...

Tenho dito... E sempre!!!

Manuel de Jesus

Leia original clicando aqui...

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

A FALÊNCIA...

Apesar de brejeiro Tião tinha lá suas vaidades e caprichos... Era um comum mas não desejava uma vida comum ao lado de Fulô... Sonhara em tê-la como joia rara no centro de um belo jardim... Os tempos difíceis aumentavam cada dia mais a distância deste sonho realizado...

No ápice do desespero por tamanha impotência de não conseguir tal feito e se encontrando sem eira nem beira, ouvira da amada com grande tristeza advertência, dos provedores da mesma sobre a negação para possível socorro caso incorresse em erro de contrair convivência afetiva mais próxima com a joia rara do reino sucupirano...

Não deu outra... Sem dar nem pedir explicação, (o destinho cruel os condenaria ali a tristeza e desilusões quase que eternas) bateu botas cabisbaixo rumo ao nada...

Um nada só poderia ir em busca do outro nada... Como um nada poderia ter o tudo? Fulô era, é e sempre será tudo... 

Amargaria no porvir dos anos, dias e noites de tristeza e saudades...

E nunca mais andaria nos trilhos... Nunca mais... Nem sonhara em ser feliz... 

Como uma papoula rubra Fulô resistira às intempéries e à rusticidade do rastel insensível... 

Encantadora como sempre fora...

Tenho dito... E sempre!!!


Manuel de Jesus
Membro da APL

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

quarta-feira, 31 de julho de 2013

DA SÉRIE: ETERNO PROFESSOR...

E por que as aulas retomam seu curso, eis que este escriba-mor sucupirano relata momentos de ensaios com a prole que se prepara para as avaliações vindouras... Clique  aqui e leia, amigo navegante.

Manuel de Jesus

sábado, 13 de julho de 2013

domingo, 7 de julho de 2013

Agora é 45!!!! Yahooooooooooooooo!!!!

Não!!! Não!!! E não!!! Né nada disso que ocês estão pensando não!!! Clique aqui para saber do quê estou a falar

Tenho dito... E sempre!!!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Efeito dominó...

Clique aqui e segure a onda!!!


Por Manuel de Jesus da Silva
           Membro APL               

domingo, 16 de junho de 2013

E a "turma do ginasial mal feito..."

Royalties do título aí em cima é para José Simão da folha uol. Pois bem:

A coisa chegou ao limite da comédia para não dizer limite da tragédia...
Um dia já fora mais criteriosa a sinalização nos ambientes públicos por onde transitávam pessoas de várias nacionalidades. Era basicamente em aeroportos e hoteis...

Mas a tal globalização levou mobilidade para todo mundo e todas as peasoas e o pandemônio veio junto...

Prova disso são as placas indicativas principalmente nas cidades sedes da copa das confederações...

Vários órgãos de imprensa já denunciaram isso e agora a piada virou epidemia nas redes sociais...

Tudo porque...

Porque graças ao são google translator todo mundo se acha um poliglota...

E é aí que o bicho pega...
Pois se por um lado o google translator ajuda o simples mortal que não domina outra língua em traduções feito zigue zague...

Por outro não pode ser utilizado para uma escrita formal...

Principalmente quando esta escrita formal é guiar o visitante estrangeiro...

Então senhores gestores neste Brasil de meu Deus...

Quando necessitares de sinalizar, escrever ou seja lá o quê for em outro idioma...

Contratrem um profissional (tradutor) qualificado para a coisa sair bonita...

Apadrinhem aquele parente, sobrinho ou seja lá quem for não com a função descrita acima, mas com um bom curso de idiomas...

Há muitos deles Brasil a fora...

E se quizer dá um presentão melhor?

Dê uma bolsa de estudo e mande-o para um intercambio...

Somente depois de uns dois anos o traga...

Aí sim...

Nem precisará mais apadrinhá-lo para emprego...

Ele estará apto para o mercado...

E lhe será grato...

E o pais não fará feio...

Como tem feito... 

Que vergonha!!!


Tenho dito...  E  sempre!!!
Manuel de Jesus da Silva
Membro APL

quarta-feira, 12 de junho de 2013

As duas engenharias

Como já relatei em outras mal traçadas linhas, pro atual sistema "muderno" sou um cavalo... E o que é pior: Caindo os dentes. Pois bem.

Este ano fez exatos vinte, vejam bem, eu escrevi vinte... Deixa eu soletrar para ficar bem claro: VINTE...

Pois bem 2: Exatos vinte anos que concluí meu curso superior com graduação na antiga Engenharia Operacional (É o novo!!! Royalties para o jornalista Neno Cavalcante) e de lá para cá nunca mais coloquei os pés numa sala de aula... É aí que o bicho pega... 

Pois bem 3: Sou da época em que fazíamos contas de cálculo estrutural, cálculo de mecânica dos solos dentre tantos outros a lápis e na cabeça. Nem uma calculadora de açougueiro (destas de quatro operações mais porcentagem) disponhamos tamanha era as nossas deficiências financeiras da época...

Pois bem 4: Prancheta adaptada na base de compensado, régua paralela nem pensar, um escalímetro, um conjunto peba de esquadros, duas nanquim 0,4 mm e 1,5 mm para rabiscar os sonhos de um profissional de sucesso na área de construção civil ...

Pois bem 5: Este era o patrimônio adquirido (acrescente aí com muita dificuldade) durante os quatro anos do curso por este agora escriba mor sucupirano... 

Pois bem 6: Hoje ouço de José Ramalho, a música cidadão, clique aqui para ouvir também, e reflito:

Pois bem 7: Sou o operário... E acrescento à lamúria do personagem da melodia a minha indignação com a maneira como a ciência da construção e da edificação que tão se qualificou nestas duas décadas passada fora prostituída nos últimos tempos...

Pois bem 8: Prostituída sim...

Pois bem 9: Senão vejamos:

Pois bem 10: A mesma engenharia que trata das construções e edificações privadas e pública se comporta mais ou menos assim:

Pois bem 11: Nas construções da iniciativa privada a ciência dos meus sonhos é ágil, precisa, econômica e tempestiva. Tudo é feito dentro do mais rigoroso controle de qualidade sem causar transtorno ao cidadão e o que é melhor, no final é útil e da conforto e retorno. 

Pois bem 12: Mas quando o assunto é obras públicas a mesma ciência dos meus sonhos é mercenária, engessada, falsificada, inerte, ineficaz e por aí vai... É de doer, em qualquer coração de um profissional ético no ramo, sentir como se comportam nossos colegas quando o assunto é gestão de obras públicas. O planejamento estratégico e a eficácia adquiridas nos bancos acadêmicos vai pro beleléu .. Nada é concreto... Nem o concreto utilizado... Tudo é descartável e imprestável, para causar danos incalculáveis ao cidadão eleitor contribuinte (Royalties para Hélio Fernandes da Tribuna da Imprensa). Que o digam os brasileiros mais atentos país a fora. A dinheirama gasta no Brasil para patrocinar este circo sem graça chamada copas num sei de quê e nem pra quê...

Pois bem 13: Mercenários de todas as estirpes nestes 8,5 milhões de km², têm enterrado num canteiro de lama sem fim, dinheiro que; se usados como se usa na iniciativa privada, daria para patrocinar não só as copas, mas as cozinhas, os quartos, as salas, garagens, as toilettes e por aí vai...

Pois bem 14: Aí sim... O brasileiro seria bem servido, não só pela engenharia como também por seu estado padastro... Mas infelizmente isso é somente um desabafo que será lido por poucos e não mudará em nada a maneira como coisa anda.

Pois bem...
...
Pois bem...

Pois bem 50: Só a Zebra é a solução...


Tenho dito... E sempre!!! 
Manuel de Jesus da Silva
Membro APL 

domingo, 9 de junho de 2013

Alerta vermelho... Desta vez aos jovens em geral...

Pois bem:

Faz mais ou menos duas décadas um grupo político levou a Nação ao caos, econômico e social. Foi uma panacéia geral. Através de um estelionato político, um engodo do tipo (BO) bom pra otário se apossaram politicamente do pais e o levaram à bancarrota justamente com o suor, a fome e a desgraça de milhões de trabalhadores brasileiros.

Desde que me entendi como gente neste mundo, (nem na época em que ainda criança fui marcado com uma foto do na época, ministro da fazenda Delfim Neto em um corredor esquisito do FMI com a manchete "Sem saída" na mais conservadora revista de publicação brasileira na década de setenta) vi o Brasil em situação tão vexaminosa.

Os homens que governaram esta nação de trabalhadores por toda a década de noventa levaram não só o pais mas também o sonho de milhões de famílias brasileiras a um pesadelo sem fim...

A recessão fizera este agora escriba mor sucupirano se frustar com a profissão na área de engenharia. A infra estrutura do país fora levada por estes senhores ao fundo do poço... Bando de mercenários... Quase tudo fora entregue à iniciativa privada que visa apenas lucro. Toda a riqueza da nação fora vendida (para não dizer doada) a preço de banana aos amigos do rei...

RECESSÃO.... Nunca se esqueçam meus caros leitores... Foram uma década praticamente perdida... Ordinários!!! ordinários!!! 

Indignados com tanta miséria, o povo finalmente resolveu acreditar que a oposição vermelha, ao contrário do que pregavam os mercenários da direita não comiam criancinhas e elegeu em 2002 um homem do povo, operário que nos oito anos seguintes mudaria e para melhor a vida de milhões de brasileiros...

E mudou mesmo... Não somente para os miseráveis desvalidos e esquecidos pelo Estado Padastro mas até mesmo para a tão miserável e mercenária direita que também ganhou com o crescimento econômico da nação na última década...

Pensando sempre na contramão e como diz um amigo blogueiro, "com os pés no Brasil mas o coração na Europa" estes ordinários nunca se contentaram em ver o trabalhador roer um osso com um pouquinho a mais de carne.

Nos últimos dias, um jovem senhor, que não me engana, representante da ultra conservadora, reacionária, preconceituosa e racista elite, proveniente da velha oligarquia gerada na República Velha que governou o pais até meados da primeira metade do século passado adentra sem pedir licença ao meu cafofo, oferecendo leite para o meu fraco café...

Tô fora seu dotô!!! Vá enganar outros bestas.... Se é que ainda existem bestas nesta nação sucupirana. O senhor pode até enganar, não os bestas, mas os desinformados...

Sua ala política destruiu muitos sonhos. Meus inclusive...

Vem falar de inflação... de gastos governamentais... e outras coisas mais... 

Não sou otário a ponto de achar que qualquer que seja o governante, não importa se da agremiação "A", "B", "C" ou qualquer outro para melhor e bem governar tem sim que equilibrar contas. Qualquer pessoa que conheça pelo menos duas operações básicas de aritmética adição e subtração sabe muito bem que ganhos devem ser equilibrados com despesas. Os primeiros devem sempre ser pelo menos igual ao segundo. Nunca inferior...

Concordo que o balancete da nação deva bater, mas de maneira a não bater levando fome e miséria aos que sustentam esta pátria.

Por que não propõem um equilíbrio de contas governamentais combatendo a corrupção crônica reinante neste país nos últimos quinhentos anos? 

- Porque é aí que o bicho pega... 

É muito fácil falar para desinformados, criticar o governo popular e se propor com a salvação da pátria...

Parafraseando um jargão de um programa humorístico, um não dois: "-Calem-se!!! calem-se!!! calem-se, seus dotôres...", "-Seus passados lhes condenam"

Tenho dito... E sempre!!! 
Manuel de Jesus da Silva
Presidente da Academia Palmense de Letras APL 

domingo, 2 de junho de 2013

Verum dicetur!!!

Imprensa para ser séria e gozar de credibilidade, não importando o tamanho do veículo nem o alcance do mesmo, precisa ser imparcial, tempestiva, e relatora da verdade. Independentemente da relação existente entre seus donos, seus dirigentes, seus redatores e os envolvidos na notícia. "-Verum dicetur!!! Doa a quem doer. (Royalties para aquele jornalista ultrapreconceituoso e racista que acha que gari não pode desejar feliz natal) 

Para bajular e enaltecer nulidades e feitos de pouca ou nenhuma importância pelos deuses dos pés de barros que ocupam cargos efêmeros ou que momentaneamente se encontram com a carteira recheada, já nos basta aquela revista "FACES" que para vender seus exemplares presenteia o incauto leitor (ou seria oiador, já que quase não há textos, apenas fotos) com peças culinárias que posso muito bem adquirir por R$ 1,99 nas lojas de quinquilharias importadas.

P.S: E como o brasileiro é brasileiro mesmo, me lembro que na época do lançamento da caras, o humorista Ziraldo criou a revista BUNDAS.

P.S 2: E ainda provocou: "-Gostaria mesmo era de ver todos aqueles que mostram a bunda na Caras, ter coragem de mostrar a cara na Bundas.

P.S 3: Genial! Só mesmo o pai do menino maluquinho para criar trocadilho tão adequado à situação.
Tenho dito... E sempre!!!
Manuel de Jesus da Silva
Presidente da Academia Palmense de Letras APL